sábado, 10 de setembro de 2011

Amar, amor.

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O que é tão desesperador
Ao ponto do amor pelo o outro se tornar maior que ao seu próprio?
É quando sua pessoa amada se desfalece aos poucos.
E nós, seres que amam, ficamos inertes ao passo em que nada pode se fazer por elas.

A doutrina espiríta nos fala que embora não possamos viver a vida por outra pessoa, nós podemos fazer com que sua caminhada seja o mais confortável possível, podemos ampará-las, guiá-las, e amá-las na medida de nossos limites. Amar não somente o filho, o esposo, o parente, mas aquela criança na rua que te estende a mão e lhe suplica ajuda. O amor que é intimamente ligado ao sentimento da caridade, que não tem data, hora, lugar e não importa se é uma criança ou um idoso, se é branco ou negro, se é rico ou pobre, pois engana-se quem pensa que caridade é dinheiro. Há com toda certeza, muitas pessoas consideradas "ricas" que estão precisando de uma caridade, mais do que um "pobre". O ato de amar o próximo, é o tom que você dá para sua vida, é o caminho que Jesus nos ensinou a dois mil anos, a trilhar. E como diz na música de Roberto Carlos, " eles não ouviram, porque não quiseram ouvir, eles estão surdos", não existe nada que defina melhor a atual condição de nosso abençoado globo terrestre. Só não ouve, quem não quer ouvir. Então prenda a ouvir mais, que seja mais, porém melhor.

Nosso irmão Chico Xavier, foi nosso exemplo imensurável que brilhou nessa pátria do evangelho, esse homem foi talvez uma fagulha ou uma chama, quem sou para dizer o brilho de sua luz, do amor que Jesus um dia propagou nessa terra de expiações. Ele trabalhou incessantemente pelo amor do próximo, nunca pôs os interesses pessoais na frente de alguém que lhe pedia ajuda, e mesmo no fim de sua vida, já consumido por diversas doenças, recusava-se a parar com suas reuniões mediúnicas que acalentavam tantos corações de pais e mães que necessitavam de um descanso. E ele sabia mais que todos no mundo contemporâneo, que os tesouros da terra as traças corroem, mas a fortuna que ele arrecadou no céu, era incomparavelmente de valor superior. Chico soube dar o tom certo para seu caminho, nunca se desviou da trilha que Jesus o ensinou a percorrer e assim cabe a nós tentarmos incessantemente trilhar estas vielas, por mais escuras e apertadas que elas possam ser, estaremos sempre amparados por nosso altíssimo irmão, Jesus.

Obrigado meu Deus! Por ter a luz do senhor para escrever esse texto.

Frederick dos Santos Ferraz.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Ah! Seu pudesse!

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Se eu pudesse traria paz ao mundo.

Porém como não posso,

contento-me em dizer bom dia.

A quem encontro ao longo do dia.


Se eu pudesse traria alimento.

A quem a fome corrói de dor o estomago.

A quem não pede um “petit gateau”,

mas se contenta com um feijão e arroz.

Porém como não posso,

contento-me em oferecer a uma criança no sinal,

um prato de comida.


Se eu pudesse, poria um fim nas guerras,

na Líbia, no Iraque, ao redor do mundo.

Porém como não posso,

contento-me em não brigar com meus pais e filhos.

Não fazer do meu lar, uma guerra.


Se eu pudesse reprimir minhas aflições e meus erros

seria perfeito.

Porém como ainda não posso,

tenho esperança que depois de muitas,

talvez algumas reencarnações, eu as melhorarei.


Se eu pudesse entender a morte,

ficaria mais feliz de saber o que há do outro lado.

Porém desta vez eu posso,

pois eu tenho a luz educadora do espiritismo ao meu lado.

Autor: Frederick dos Santos Ferraz

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Oração de Agradecimento.

AGRADECEMOS-TE SENHOR, PELA GLÓRIA DE VIVER
PELA HONRA DE AMAR!
MUITO OBRIGADA SENHOR, PELO QUE ME DESTE, PELO QUE ME DÁS!
MUITO OBRIGADA PELO PÃO, PELO AR, PELA PAZ!
MUITO OBRIGADA PELA BELEZA QUE MEUS OLHOS VÊEM
NO ALTAR DA NATUREZA!
OLHOS QUE FITAM O AR, A TERRA E O MAR.
QUE ACOMPANHA A AVE FAGUEIRA QUE CORRE LIGEIRA PELO CÉU DE ANIL,
E SE DETÉM NA TERRA VERDE SALPICADA DE FLORES
EM TONALIDADES MIL!
MUITO OBRIGADA SENHOR PORQUE EU POSSO VER O MEU AMOR!
DIANTE DE MINHA VISÃO, PELOS CEGOS, FORMULO UMA ORAÇÃO.
EU SEI QUE DEPOIS DESTA LIDA, NA OUTRA VIDA,
ELES TAMBÉM ENXERGARÃO!
OBRIGADA PELOS MEUS OUVIDOS QUE ME FORAM DADOS POR DEUS.
OUVIDOS QUE OUVEM O TAMBORILAR DA CHUVA NO TELHEIRO,
A MELODIA DO VENTO NOS RAMOS DO SALGUEIRO,
AS LÁGRIMAS QUE CHORAM OS OLHOS DO MUNDO INTEIRO.
DIANTE DE MINHA CAPACIDADE DE OUVIR, PELOS SURDOS, EU TE QUERO PEDIR;
EU SEI QUE DEPOIS DESTA DOR, NO TEU REINO DE AMOR,
ELES TAMBÉM OUVIRÃO!
MUITO OBRIGADA SENHOR PELA MINHA VOZ
MAS TAMBÉM PELA VOZ QUE CANTA, QUE ENSINA , QUE ALFABETIZA;
QUE CANTA UMA CANÇÃO E TEU NOME PROFERE COM SENTIDA EMOÇÃO!
DIANTE DA MINHA MELODIA QUERO TE ROGAR PELOS QUE SOFREM
PELOS QUE SOFREM DE AFASIA, PELOS QUE NÃO CANTAM DE NOITE
E NÃO FALAM DE DIA.
EU SEI QUE DEPOIS DESTA DOR, NO TEU REINO DE AMOR,
ELES TAMBÉM CANTARÃO!
MUITO OBRIGADA SENHOR PELAS MINHAS MÃOS!
MAS TAMBÉM PELAS MÃOS QUE ORAM, QUE SEMEIAM, QUE AGASALHAM.
MÃOS DE AMOR, MÃOS DE CARIDADE E SOLIDARIEDADE.
MÃOS QUE APERTAM AS MÃOS. MÃOS DE POESIA,
DE CIRURGIA, DE SINTONIA, DE SINFONIA, DE PSICOGRAFIAS…
MÃOS QUE ACALENTAM A VELHICE, A DOR E O DESAMOR!
MÃOS QUE ACOLHEM AO SEIO DO CORPO, UM FILHO ALHEIO, SEM RECEIO.
PELOS MEUS PÉS, QUE ME LEVAM A ANDAR SEM RECLAMAR.
MUITO OBRIGADA SENHOR, PORQUE POSSO BAILAR!
OLHO PARA A TERRA E VEJO AMPUTADOS,
MARCADOS, DESESPERADOS, PARALISADOS…
EU POSSO ANDAR!!! ORO POR ELES.
EU SEI QUE DEPOIS DESSA EXPIAÇÃO,
NA OUTRA REENCARNAÇÃO, ELES TAMBÉM BAILARÃO.
MUITO OBRIGADA SENHOR, PELO MEU LAR!
É TÃO MARAVILHOSO TER UM LAR…NÃO IMPORTA SE ESTE LAR É UMA MANSÃO,
UM BANGALÔ SEJA LÁ O QUE FOR!
IMPORTANTE É QUE DENTRO DELE EXISTA AMOR.
O AMOR DE PAI, DE MÃE, DE MARIDO E ESPOSA,
DE FILHO, DE IRMÃO…
DE ALGUÉM QUE LHE ESTENDA A MÃO,
MESMO QUE SEJA O AMOR DE UM CÃO,
POIS É TÃO TRISTE VIVER NA SOLIDÃO!
MAS SE NÃO TIVER NINGUÉM PARA AMAR, UM TETO PRA ME ACOLHER,
UMA CAMA PARA ME DEITAR… MESMO ASSIM, NÃO RECLAMAREI,
NEM BLASFEMAREI. SIMPLESMENTE DIREI:
OBRIGADA SENHOR, PORQUE NASCI.
OBRIGADA SENHOR, PORQUE CREIO EM TI.
PELO TEU AMOR, OBRIGADA SENHOR!

Eis que aqui reproduzo esta linda oração de "Amália Rodrigues", psicografado por Divaldo Franco.